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O folheto informativo "Igualdade de Gênero no Mundo do Trabalho" (março de 2026), produzido pela ONU Mulheres e pela ABC no âmbito do programa Caminhos para a Igualdade, sistematiza dados sobre as desigualdades de gênero na economia brasileira. Apesar do marco normativo sólido, os avanços seguem lentos: a participação feminina na força de trabalho é de 54,5%, contra 73,7% entre homens, e o desemprego atinge mais as mulheres, sobretudo negras. Elas recebem R$ 79 para cada R$ 100 ganhos pelos homens, e mulheres negras recebem apenas 48% do rendimento de homens brancos. São maioria na informalidade e no trabalho de cuidado, dedicando 21,4 horas semanais ao trabalho doméstico não remunerado, quase o dobro dos homens.
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A publicação apresenta, como a ONU Mulheres Brasil atua no país após 15 anos, mostrando como parcerias, evidências e soluções comprovadas transformam compromissos em impacto real na vida de mulheres e meninas. Organiza a atuação em seis eixos: sociedade civil, legislação, setor privado, cooperação Sul-Sul, audiovisual e campanhas. Detalha projetos e programas emblemáticos: Moverse e Empoderando Refugiadas (migração e refúgio), Uma Vitória Leva à Outra (esporte), HeForShe, Pró-Equidade de Gênero e Raça, WEPs, Casa da Mulher Brasileira, além das agendas de mulheres indígenas e de clima e gênero (COP30, G20). Reúne marcos legais apoiados, dados de alcance de campanhas e resultados concretos, posicionando o Brasil como referência regional e global em igualdade de gênero.