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O material oferece a organizações da sociedade civil instrumentos para incidir sobre o desenho e a implementação de sistemas municipais de cuidado, apresentando o marco teórico e conceitual sobre trabalho de cuidado, economia do cuidado e sistemas integrais de cuidado. A partir da síntese entre experiências institucionais e individuais e esse marco teórico, busca fortalecer as capacidades de organizações da sociedade civil para participar do desenho, implementação e monitoramento de políticas de cuidado no Brasil.
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O documento aborda a saúde mental das mulheres defensoras, tema que emergiu como demanda urgente das próprias defensoras durante escutas, diálogos regionais e o I Encontro Nacional de Mulheres Defensoras de Direitos Humanos (2024).
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Tradução para a língua Kaiowá-Guarani da Recomendação Geral nº 39 do Comitê CEDAW (Comitê para a Eliminação da Discriminação contra as Mulheres), que trata dos direitos das mulheres e meninas indígenas.
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O documento analisa os impactos diferenciados das mudanças climáticas sobre mulheres e meninas e propõe soluções de políticas públicas em três eixos: Evidências e dados, Financiamento e Liderança e participação
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A publicação convoca governos, sociedade civil e organismos internacionais a intensificarem os esforços para a implementação da Plataforma de Ação de Pequim, cujas 12 áreas prioritárias permanecem atuais: mulheres e pobreza; educação e capacitação; saúde; violência; conflitos armados; economia; poder e liderança; mecanismos institucionais; direitos humanos; mídia; meio ambiente; e direitos das meninas.
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Briefing produzido pela ONU Mulheres com mensagens-chave sobre a participação política e eleitoral das mulheres no contexto das eleições de 2024, ano em que pelo menos 63 países realizaram eleições nacionais, impactando cerca de 3,6 bilhões de pessoas. O documento alerta que, no ritmo atual, a paridade de gênero nos legislativos nacionais não será alcançada antes de 2063 e, entre chefes de governo, antes de 2150.
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Relatório da Série Planejamento Nacional, produzido pelo Ministério do Planejamento e Orçamento em parceria com o Ministério das Mulheres e a ONU Mulheres, que apresenta o mapeamento das políticas públicas voltadas às mulheres no Plano Plurianual (PPA) 2024–2027 do Governo Federal brasileiro. O documento introduz uma inovação: a marcação transversal de gênero foi feita ex ante, já na elaboração do PPA (e não ex post), abrangendo 45 dos 88 programas do plano, com 85 objetivos específicos, 191 entregas e 75 medidas institucionais e normativas vinculados à agenda de mulheres.
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Estudo de caso produzido pela ONU Mulheres Brasil que documenta a experiência da Kuñangue Aty Guasu (Grande Assembleia das Mulheres Kaiowá e Guarani), um dos mais importantes espaços de organização política e articulação das mulheres indígenas do povo Kaiowá e Guarani no Mato Grosso do Sul.
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Infográfico/material de advocacy produzido pela ONU Mulheres, que apresenta a relação entre os direitos territoriais dos povos indígenas e a igualdade de gênero, com base na Recomendação Geral nº 39 do Comitê CEDAW sobre os direitos humanos das mulheres e meninas indígenas. Argumento central: Restrições aos direitos territoriais dos povos indígenas constituem discriminação com base em gênero contra mulheres e meninas indígenas, pois prejudicam o vínculo vital das mulheres e meninas indígenas com suas terras, territórios e meio ambiente, impedem o exercício de papéis tradicionais e agravam a violência de gênero.
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O Guia oferece um instrumento prático para que instituições públicas, organizações e empresas identifiquem, diagnostiquem e enfrentem o racismo institucional, definido como o fracasso das instituições em prover serviços adequados às pessoas em virtude de sua cor, cultura ou origem étnica.