Responsabilidade e transparência
ONU Mulheres está comprometida com uma supervisão independente e objetiva para aprimorar a efetividade e eficiência das suas operações. Vários órgãos de supervisão contribuem para a melhoria dos processos de governança, gestão de riscos e compliance em ONU Mulheres.
Serviços Independentes de Avaliação e Auditoria | Conselho de Auditorias das Nações Unidas
Escritório da ONU para Serviços de Supervisão Interna | Escritório de Ética das Nações Unidas
Comitê Consultivo de Supervisão | Estrutura de prestação de contas
Serviços Independentes de Avaliação e Auditoria
Os Serviços Independentes de Avaliação e Auditoria (IEAS, na sigla em inglês) oferecem serviços independentes de avaliação, confiabilidade de auditorias internas e consultoria à administração de ONU Mulheres, relacionados aos seus programas, controles, sistemas de negócios e processos. OS IEAS também identificam boas práticas, oferecem recomendações para melhorias e contribuem para o aprendizado. O Estatuto dos IEAS governa seu mandato, suas responsabilidades e atividades.
Os IEAS contam com o apoio de dois serviços: O Serviço de Avaliação Independente e o Serviço de Auditoria Interna.
- A avaliação independente em ONU Mulheres é uma avaliação sistemática e imparcial que oferece informações confiáveis e baseadas em evidências para compreender o que uma intervenção conseguiu alcançar, ou mesmo a extensão do progresso feito (ou a falta dele) na direção de resultados previstos e não previstos para a igualdade de gênero e empoderamento de mulheres.
- A auditoria interna é um serviço independente e objetivo de garantia e consultoria, construído para agregar valor e aprimorar as operações de ONU Mulheres.
Conselho de Auditorias das Nações Unidas
A função de auditoria externa é desempenhada pelo Conselho de Auditorias das Nações Unidas (BoA, na sigla em inglês). O BoA foi criado pela Assembleia Geral da ONU em 1946 para realizar a auditoria externa das contas, fundos e programas das organizações da ONU. Os relatórios do BoA sobre os demonstrativos financeiros da ONU Mulheres são documentos públicos, apresentados à Assembleia Geral por meio do Quinto Comitê, após análise e aconselhamento do Comitê Consultivo sobre Questões Administrativas e Orçamentárias (ACABQ, na sigla em inglês). Os relatórios do BoA também são apresentados ao Conselho Executivo da ONU Mulheres.
Escritório da ONU para Serviços de Supervisão Interna
O Escritório de Serviços de Supervisão Interna (OIOS, na sigla em inglês) presta serviços de investigação à ONU Mulheres.
Conselheira de Ética da ONU Mulheres
A Conselheira de Ética da ONU Mulheres é um recurso independente, confidencial, imparcial e profissional para toda a equipe e funcionários da ONU Mulheres. A Conselheira de Ética promove uma cultura organizacional ética baseada em valores compartilhados de integridade, responsabilidade, transparência e respeito. A Conselheira de Ética auxilia a Diretora Executiva da ONU Mulheres a garantir que todos os funcionários desempenhem suas funções de acordo com os mais altos padrões de integridade, conforme exigido pela Carta das Nações Unidas. A Conselheira de Ética oferece um ambiente seguro e confidencial, em que as pessoas possam se sentir à vontade para consultar sobre questões éticas e buscar proteção contra retaliação por denunciar má conduta ou cooperar com auditorias ou investigações devidamente autorizadas.
Comitê Consultivo de Supervisão
Foi criado um Comitê Consultivo de Supervisão (ACO, na sigla em inglês) independente, composto por cinco membros, para fornecer aconselhamento externo e independente à Diretora Executiva da ONU Mulheres , com base em boas práticas relacionadas à estrutura e aos sistemas de prestação de contas da Entidade, incluindo a gestão de riscos. O ACO auxilia a Diretora Executiva no cumprimento de suas responsabilidades de supervisão, de acordo com as práticas mais relevantes. O ACO também promove a governança adequada e altos padrões éticos no programa e na gestão operacional da ONU Mulheres, bem como a adoção e o uso, pela administração, das melhores práticas de gestão financeira e de risco (veja os Termos de referência do ACO).
Estrutura de prestação de contas
As políticas a seguir fornecem uma estrutura coesa, com o objetivo de criar e manter um ambiente de trabalho harmonioso, garantindo que os funcionários não se envolvam em nenhuma transgressão, que todas as alegações de transgressão sejam relatadas prontamente e investigadas, que sejam tomadas as medidas apropriadas para obter a responsabilização e que todos os funcionários sejam protegidos contra retaliação por relatarem má conduta ou cooperarem com uma investigação.
- Regras para Funcionários das Nações Unidas
- Padrões de conduta para o serviço público internacional
- Política da ONU Mulheres sobre assédio, assédio sexual, discriminação e abuso de autoridade
- Política jurídica de ONU Mulheres para abordar a não-conformidade com os padrões de conduta da ONU
- Política da ONU Mulheres para proteção contra retaliação
- Boletim do Secretário-Geral: Medidas especiais para proteção contra a exploração sexual e o abuso sexual
Além disso, a estrutura da política antifraude da ONU Mulheres descreve a abordagem atual da entidade para a prevenção, detecção e resposta a situações de fraude. A estrutura da política antifraude reúne as regras já existentes, estabelecidas nos regulamentos, políticas e procedimentos da ONU Mulheres.
De acordo com a estrutura legal da ONU Mulheres para lidar com a não conformidade com os padrões de conduta da ONU, e segundo os princípios da transparência, a Diretora Executiva produz relatórios sobre decisões disciplinares tomadas durante o ano anterior e os casos de má conduta que resultaram na imposição de medidas disciplinares (sem que os nomes dos indivíduos sejam revelados).