Compromissos com a ação: Coalizões de Ação da Geração Igualdade impulsionam mudanças
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Descubra como você colaborar para a #AçãoPelaIgualdade e se comprometer
O Fórum Geração Igualdade, que acontecerá em Paris de 30 de junho a 2 de julho, verá líderes mundiais e ativistas se reunindo para fazer compromissos revolucionários e ações ousadas sob seis Coalizões de Ação e o Pacto sobre Mulheres, Paz e Segurança e Ação Humanitária. Essas parcerias globais com várias partes interessadas criarão impacto para mulheres e meninas em todos os lugares por meio de iniciativas catalíticas e investimentos para preencher as lacunas de igualdade de gênero mais críticas e persistentes.
Agora, mais do que nunca, quando a pandemia da COVID-19 expôs as crescentes lacunas na igualdade de gênero, o Fórum irá canalizar consenso global, investimento e ação em áreas críticas, como: justiça econômica, ação climática feminista, violência baseada em gênero, tecnologia e inovação, liderança feminista, paz, segurança e ação humanitária e direitos sexuais e reprodutivos.
A ONU Mulheres está convidando organizações de mulheres e feministas, organizações lideradas por jovens, governos, instituições filantrópicas, organizações internacionais, empresas do setor privado e outros a assumirem compromissos ousados pela igualdade no Fórum Geração Igualdade.
Compromissos e ações vêm em todas as formas e tamanhos, mas são escaláveis, mensuráveis e construídos em parceria com outras pessoas. Eles podem ser investimentos financeiros, advocacy para apoiar mudanças transformadoras, mudanças de políticas e programas locais.
Descubra como sua organização pode firmar um compromisso com as Coalizões de Ação ou agir sobre o Pacto sobre Mulheres.
Veja como algumas líderes inspiradoras da Coalizão de Ação e do Pacto por que suas organizações estão assumindo compromissos e o que esperam ansiosamente.
Por que os compromissos são importantes
Kate Hampton, CEO da Fundação Fundo de Investimento em CriançasFoto: CIFF Kate Hampton, CEO da Fundação Fundo de Investimento em Crianças, Coalizão de Ação Autonomia do Corpo e Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos “Há uma oportunidade real à medida que partimos da COVID-19 para colocar mulheres e meninas no centro da recuperação, mas alcançar isso exigirá o mais alto nível de liderança para colocar a igualdade de gênero na agenda. Isso torna o momento do Fórum Geração Igualdade realmente emocionante, pois precisamos ter um momento global em torno da igualdade de gênero para promover compromissos e enfrentar a resistência contra os direitos das mulheres e meninas. Também espero que o Fórum amplie a base de apoiado e defesa da igualdade de gênero. Precisamos reenergizar os movimentos feministas globais e locais, bem como ampliar nossa atuação em diferentes setores. A juventude tem um papel particularmente importante a desempenhar para trazer nova energia e diversidade”.
Joanita Babirye, co-fundadora do grupo Meninas por Justiça ClimáticaFoto cedida por Joanita Babirye Joanita Babirye, co-fundadora da do grupo Meninas por Justiça Climática, Coalizão de Ação por Justiça Climática “Empoderar mulheres e meninas para que se tornem líderes do clima é uma parte essencial para provocar ações. Mulheres e meninas devem ser capazes de exigir justiça climática, mas isso só é possível quando elas estão equipadas com as ferramentas e o conhecimento para responsabilizar todos e quebrar as barreiras que impedem seu acesso aos recursos. Para mim, a transformação necessária é tornar as mulheres e meninas totalmente cientes dos problemas e líderes das soluções”.
Por que nós somos #AçãoPelaIgualdade
Mavic Cabrera Balleza, fundadora e CEO da Rede Global de Mulheres Construtoras da PazFoto: GNWP / Katrina Leclerc Mavic Cabrera Balleza, fundadora e CEO da Rede Global de Mulheres Construtoras da Paz, o Pacto sobre Mulheres, Paz e Segurança e Ação Humanitária “Sabemos que as mulheres e as jovens locais têm uma compreensão profunda da situação de paz e segurança em seu país, das relações de gênero e poder e de suas necessidades humanitárias, porque vivem essa realidade todos os dias. No entanto, também sabemos que elas não são reconhecidas como especialistas nem pelo que podem contribuir para a construção de soluções. Como resultado, não há financiamento para que essas agentes locais realizem as soluções que desenvolveram. Precisamos que as mulheres e as jovens locais sejam capacitadas para projetar e implementar respostas humanitárias e os compromissos sobre Mulheres, Paz e Segurança por conta própria. Para facilitar isso, os e as especialistas precisam transferir suas habilidades e conhecimentos e compartilhar seus recursos para que as populações locais possam liderar suas próprias iniciativas”.
Diane Ndarbawa, presidenta da Manki MarouaCortesia da foto de Diane Ndarbawa Diane Ndarbawa, presidenta da Manki Maroua, Coalizão de Ação Direitos e Justiça Econômica “O que me motiva é o desejo de beneficiar meninas e mulheres adolescentes em minha comunidade. Eu quero contribuir para empoderar financeiramente as mulheres e meninas na minha área e apoiar sua integração profissional. No geral, estou trabalhando todos os dias para alcançar o respeito pelos direitos econômicos das mulheres, bem como para ver a proteção dos direitos das mulheres envolvidas em atividades econômicas, como por meio da melhoria de suas condições de trabalho. Ser uma líder de Coalizão de Ação me permitiu levantar a voz das mulheres em minha comunidade e trazer nossas ideias e expectativas de ação para o nível internacional”.
Como as Coalizões de Ação irão impulsionar a mudança
Céline Bonnaire, diretora executiva da Fundação KeringFoto: Jean Luc Perreard Céline Bonnaire, diretora executiva da Fundação Kering, líder da Coalizão de Ação Violência baseada em Gênero “Nossa ambição é compartilhar nossa experiência, compartilhar nossa rede, ampliar nosso trabalho e mobilizar um grupo mais amplo de empresas para se juntar a nós no combate à violência de gênero. Acreditamos firmemente que todos e todas têm um papel a desempenhar para acabar com a violência contra as mulheres ... Após este Fórum, todos e todas devem entender como podem se tornar agente de mudança e promover a igualdade de gênero e a eliminação da violência de gênero em todos os níveis, desde o nível pessoal e familiar até o nível institucional e social. Espero que cada participante saia do Fórum sabendo que mudança pode ser implementada no dia seguinte para ajudar a alcançar a igualdade de gênero”.